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Ser Benfiquista a SÉRIO acima de tudo e mais alguma coisa...

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Usar o nosso nome e SÍMBOLO como COSME DAMIÃO! (clicar imagem, NOVO BLOGUE!)

SPORT LISBOA E BENFICA! (clicar imagem)

bandeiras com os nossos símbolos dão sempre num grande BENFICA!

As claques do Benfica deviam ter a imagem do Rei Eusébio(clicar)

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e se lhe juntassem o SÍMBOLO do GLORIOSO nos seus LOGOS seria MARAVILHOSO...

o que o Rui Santos,Octávio Lopes e José Manuel Freitas omitem...

Já que o Expresso, Record, SICN e CMTV abafaram o ESCÂNDALO....

Já que o Expresso, Record, SICN e CMTV abafaram o ESCÂNDALO....
Cliquem na imagem para se saber alguma coisinha...

Rumo ao 38º TITULO e à 27ª Taça de Portugal! VAMOS BENFICA!

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sábado, 22 de dezembro de 2018

porque as denúncias do José Marinho....



não aparecem na RTP3, CMTV e SICN?

se dão tempo de antena....

às MENTIRAS e FALSIDADES...

do Francisco J Marques...

porque não mostram...

as VERDADES...


do José Marinho?

quinta-feira, 19 de março de 2015

as conferências do Porto são combinadas....


entre o director de comunicação do Porto...

e os jornalistas que vão às conferências do Porto...

o Rui Cerqueira, Antero Henrique e Pinto da Costa...

dizem ao treinador do Porto o que ele deve dizer...

com o propósito de condicionar as arbitragens...

dos jogos do Porto e do Benfica...

e passar para a opinião pública...

a imagem que o Porto está a ser prejudicado...

e o Benfica a ser beneficiado...


depois o Rui Cerqueira antes das conferências de imprensa...

fala com os seus amigos jornalistas...

passando-lhes a informação...

de que é necessário falar...

dá-lhes as dicas para as perguntas...

(já andam a fazer isto há muito tempo..)

e é assim que o Porto está a passar a sua mensagem...

a propósito da conferência do 'Flopetegui' de hoje...

deixo-vos aqui a opinião do José Marinho...


O treinador do FCPorto analisou-as uma a uma? Mais do.que referências avulsas e de mau perder, o.que seria interessante seria que Lopetegui analisasse, uma a uma todas as expulsões de adversários do Benfica. E aí ficaria mais nítido que tipo de futebol defende Lopetegui. Isso é que era. Agora levar conversas de café ou de esgoto televisivo para conferências de imprensa, é de mau gosto e sobretudo mau perder. É que a estratégia neste.momento já não passa apenas por condicionar arbitragens dos jogos do FCPorto. No fundo é o reconhecimento de.que.nada depende de si próprio ou da sua equipa. O eventual sucesso do Porto depende mais do Benfica do que de s próprio. Daí esta obsessão com as arbitragens dos jogos do Benfica. É tão nitido que chega até a ser pungente.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

o ataque a Vieira visto pelo José Marinho...

Um aviso aos benfiquistas

A recente publicação - como sempre anónima - de um post, num outro blogue benfiquista, sobre a forma como alegadamente o presidente do Benfica não consegue separar negócios pessoais com interesses do clube, leva-me a contar um episódio, que se passou, num dos últimos dias, que antecederam a realização do anterior acto eleitoral do Benfica. Se bem se lembram, uma decisão de um Tribunal da Comarca de Lisboa, decretou uma providência cautelar que impedia que o presidente recandidato se apresentasse a eleições. Nessa mesma noite, o Movimento Benfica Vencer Vencer, que já tinha tomado a decisão de não se apresentar a eleições, pelas razões que todos conhecem, reuniu-se para debater a situação no clube e, sobretudo, a iminência de Bruno Carvalho se apresentar sozinho a eleições.

O mesmo Bruno Carvalho que, meses antes, suplicara pelo apoio de algumas das figuras emergentes do Movimento e que, depois, em campanha, acabou por escarnecer de algumas delas, para ganhar os votos fáceis de meia dúzia de apaniguados. O que é verdade é que a situação chegou a parecer assustadora, porque, no limite, escolher entre Luis Filipe Vieira e Bruno Carvalho, por muito que isso pudesse doer a alguns dos integrantes do Movimento, nem devia ser motivo para hesitar.

Acontece, porém, que essa reunião, mais do que qualquer outra, foi, para mim e outras pessoas que iniciaram o Movimento, esclarecedora. De um lado, os que defendiam, como eu, que tínhamos de avançar, se o tribunal confirmasse a impossibilidade de Vieira se recandidatar e, do outro, todos aqueles que estavam no Movimento, por ressentimento puro, contra o presidente do clube.

Como sabem, nunca escondi que não simpatizo com Luis Filipe Vieira. E até tenho razões pessoais para não simpatizar. Quando fui director de comunicação do Vitória de Guimarães, cheguei a pedir ao presidente do clube, autorização para não estar presente no jantar de direcções, num jogo entre ambos os clubes, para não ter de cumprimentar o presidente do Benfica. Fi-lo, porque não sou hipócrita e porque sei que a antipatia é mútua e, portanto, não gosto de disfarces de circustância.

Mas não confundo as coisas. O facto de não gostar pessoalmente de Luis Filipe Vieira, não pode legitimar qualquer espécie de ataque ao Benfica. E o que se discutiu, nessa noite, insisto por ressentimento puro, foi um ataque ao Benfica, porque algumas dessas pessoas, achavam que o Movimento não devia fazer nada, deixando que Bruno Carvalho se candidatasse sozinho e até apoiando juridicamente a insistência do candidato em ganhar as eleições na secretaria, permitindo que um novo aventureiro chegasse à presidência do Benfica, depois de Vale e Azevedo.

Recordo nessa noite a intervenção de Fernando Tavares, sempre uma das pessoas mais lúcidas do Movimento, ameaçando que ele próprio terminaria a sua intervenção ali mesmo, nessa noite, se algumas pessoas insistissem em confundir estratégia eleitoral com vinganças pessoais. Outras pessoas, como o médico João Varandas, o juiz Rui Rangel, alertaram para os perigos que seria deixar Bruno Carvalho sozinho, nas eleições. Pelo que, pela noite dentro, foi fácil encontrar uma larga maioria de benfiquista que decidiu ir a votos, se se confirmasse, no dia seguinte, a indisponibilidade de Vieira.

Conto isto, porquê? Porque Vieira tem muitos inimigos, demasiados inimigos. Muitos deles, por culpa própria, porque não dá valor às pessoas e a uma coisa que dificilmente se perdoa...lealdade. E muitos desses inimigos não lhe perdoam, até ao dia em que o virem sair do clube. Para mim, como sabem, isso pode nem ser uma tragédia, desde que o clube fique em boas mãos. E por isso é que os benfiquistas devem ser cuidadosos com a leitura que fazem do muito que é escrito, na imprensa e sobretudo nos blogues.

E principalmente, devem manter o sangue-frio, porque, curiosamente, estas coisas só acontecem quando o Benfica perde. E quando acontecem, tudo parece concertado. Há demasiados interesses à volta do Benfica, há demasiado ressentimento à volta do presidente do clube e, no meio, os benfiquistas que são muitos, são intolerantes com a derrota e influenciáveis com o desânimo.

Para tudo isto, há um remédio. É fazer o que eu faço e outros benfiquistas que conheço. Apoiar a equipa, apoiar o treinador, os jogadores e acreditar que ninguém perde campeonatos em Agosto. Quanto ao resto, acreditem no que vos digo, não se metam numa guerra que não é vossa. E nunca perder de vista que o adversário está situado a Norte e está a recuperar forças, enquanto os benfiquistas se divertem com este actual espectáculo fracticida, que ameaça dividir o clube e estagnar as conquistas.

José Marinho in 'Mágico SLB'

sábado, 7 de agosto de 2010

o negócio Ramires visto pelo José Marinho...


O negócio Ramires

O Benfica aceitou transferir Ramires para o Chelsea e executou um dos melhores negócios do ano, em Portugal. Isto é indiscutível e o mérito é de quem desenhou a operação, com um ano de antecedência. O presidente do Benfica - de quem não sou especial adepto - definiu os termos da negociação, com os investidores estrangeiros que tornaram possível ao Benfica contratar um craque de enorme categoria e numa fase ascendente da sua carreira.

O Benfica, inteligentemente, aceitou as regras do "empréstimo" e aceitou esta espécie de contratação "in vitro", para reforçar com qualidade, o seu plantel. O que aconteceu, neste último ano, é sintomático de que o Benfica estará em posição, no futuro, de fazer negócios semelhantes. O Benfica foi campeão, o jogador valorizou-se e os investidores ganharam o seu dinheiro, como era justo de acontecesse.

Além do mais, o Benfica realizou, no conjunto da operação, uma mais valia de nove milhões e meio de euros. Mais valia ficar quieto? Não creio. Imaginem, em simples exercicio, que cada um dos jogadores do Benfica, contratados daqui em diante, rendiam ao Benfica, o que Ramires rendeu. Talento, dedicação e milhões de euros. O negócio de Ramires, juntando o dinheiro investido, as boas exibições do jogador, a sua infulência no bom futebol e os milhões realizados, tratou-de um negócio criativo e percursor.

Aliás, este que o Benfica fez, devia ser um case-study para todos os clubes portugueses que se debatem com dificuldades e continuam a importar doses maciças de jogadores de qualidade duvidosa. Esses é que são negócios ruinosos, apenas para os clubes, completamente "vampirizados" por alguns dirigentes e agentes sem escrúpulos.

O que não vi ainda discutido, sobre Ramires e a sua venda, é que o Benfica enviou um sinal muito positivo para os investidores estrangeiros, que têm o dinheiro mas não confiam no futebol português e nos seus agentes. É que o Benfica é um clube que valoriza os jogadores e é um clube onde vale a pena investir. Agora não, mas no futuro, isto fará a diferença. E, principalmente, proporciona ao Benfica condições para descobrir um novo Ramires, investindo o Benfica na sua promoção desportiva e outros na aquisição dos seus direitos económicos.

Francamente, o presidente do Benfica já fez muitas coisas que mecerem a censura dos adeptos e dos sócios do Benfica, mas o negócio Ramires não é um caso de incompetência, mas sim de engenharia desportiva. Um grande negócio para o Benfica, como eu gostaria que fossem todos.

by José Marinho in 'Mágico SLB'

quinta-feira, 4 de junho de 2009

o Luís Filipe Vieira versus José Veiga...

pelo sempre equilibrado e lúcido grande benfiquista que é o José Marinho......

p.s atenção que isto não quer dizer que eu esteja a fazer oposição a Vieira pelo José Veiga ok...

coloco aqui isto porque é um texto que diz muito do que se passou no Benfica nos últimos anos....

fico profundamente revoltado que tenha sido Domingos Soares Oliveira a dar cabo da relação de Vieira com Veiga, quem perdeu com isto foi o Benfica em termos desportivos.....

o Soares Oliveira continua lá a receber o seu ordenadinho que não deve ser pouco e o Benfica a perder campeonatos atrás de campeonatos......

o que eu gostava mesmo no Benfica era uma tripla.....

Vieira mais José Veiga e Rui Costa.....

esta era a tripla que enfrentaria sem problemas a corrupção no futebol português.....

quinta-feira, 14 de maio de 2009

post do José Marinho....

Ai Jesus

Última hora: Recebo a esta hora três telefonemas. Todos eles com a mesma mensagem. Jorge Jesus assinou contrato com o Benfica durante o dia de hoje. O contrato vale ao treinador do Sp.Braga um milhão de euros brutos/ano. Não sei se é verdade. Custa-me a admitir, estamos a três dias do Braga-Benfica. Por outro lado, se for verdade, já começa a ser indiferente.

A contratação de um novo treinador no Benfica, pelo mesmo presidente que contratou Jesualdo Ferreira, Camacho, Trapattoni, Koeman, Fernando Santos, de novo Camacho, um bocadinho de Chalana e finalmente Quique Flores, já não é aguardada pelos benfiquistas como um sinal esperançoso de novos tempos, mas sim como demonstração de que o Benfica, actualmente, substituiu os títulos pelos ciclos, a estabilidade pela incerteza.

Por isso, pessoalmente, reajo, como benfiquista, com alguma indiferença a estas notícias sobre a iminente contratação de Jorge Jesus. Em primeiro lugar porque sei que o verdadeiro Jesus de que o Benfica precisava não é o de Braga, mas aqueloutro, que nasceu há mais de 2000 anos, na Galileia. Esse sim, fazia milagres. Este não. É apenas um bom treinador, com boas intenções, mas que não será nem melhor, nem pior do que os outros dezassete que passaram pelo Benfica nos últimos quinze anos.

Em segundo lugar, porque esta contratação devia explicar aos sócios do Benfica que Luís Filipe Vieira continua sem aprender com os erros que foi e continua a cometer. Já fez o mesmo a Fernando Santos, quando o engenheiro era o treinador do Benfica e o presidente do clube passava férias em Espanha com o seu substituto. Não há respeito pelas pessoas, não há o cuidado de os defender na sua dignidade profissional e o Benfica arrisca-se um dia a deixar de ser apelativo a grandes treinadores do circuito mundial. A este respeito gostaria que um dia Camacho pudesse explicar porque é que dificilmente repetiria hoje as férias com Luís Filipe Vieira e revelasse os motivos pelos quais se sentiu impotente para continuar no clube, quando deixou o Benfica no segundo lugar do campeonato e com o Sporting a uma distância confortável. E seria também revelador para os benfiquistas, que Luís Filipe Scolari pudesse explicar-nos porque motivo não aceitou treinar o Benfica, quando recentemente foi convidado pelo presidente do nosso clube.

Há dois meses atrás, a manutenção de Quique Flores se fosse a votos, teria uma indiscutível maioria absoluta. Porém, um ou dois resultados negativos acenderam os alarmes na SAD do Benfica. O presidente e alguns administradores resolveram que essa manutenção do treinador espanhol seria perigosa em ano eleitoral. A partir daí a equipa caiu a pique, completamente desgovernada e sem um único sinal de recuperação. Durante dois meses, com o patrocínio dos directores do Benfica – à excepção de Rui Costa, imediatamente isolado nas reuniões do Conselho de Administração da SAD – o jornal A BOLA, abriu as hostilidades.

Desde essa altura, todos acham que têm direito a acrescentar um prego no caixão de Quique. As primeiras páginas desse jornal desportivo foram-se tornando mais agressivas, alguns textos de opinião foram reflectindo a imagem que a SAD pretendia construir nos sócios, preparando-os para uma nova sucessão, um vice-presidente do clube ataca o treinador em directo, na SIC, o presidente e o director-desportivo escapam-se para Inglaterra, deixando a equipa, o treinador e mais uns quantos funcionários entregues a si próprios e no final dessa semana, após o empate com o Trofense, confirma-se, sem um pudico estremecimento interior, a notícia de que Di Maria se tinha revoltado no balneário contra o treinador.

Durante dois meses foi um pagode autêntico, uma espécie de fogo-de-artifício que foi rebentando com a autoridade de Quique no balneário e com a auto-estima dos adeptos. Do director de comunicação, da Benfica TV, do jornal do Benfica, da revista Mística, do site do clube, do director-desportivo e finalmente da direcção, nem um único sinal de que o treinador seria defendido. Como nunca foi. E agora, chegámos ao cúmulo desta cínica decisão de afastar Quique Flores. Ainda não terminou o campeonato e já todos sabemos quem vai substitui-lo. E por curiosidade, ou não, será o treinador do próximo adversário do Benfica no campeonato. E será caso para perguntar, aos ideólogos desta decisão de substituir Quique por Jesus, de que lado estarão no próximo fim-de-semana? Do lado do Benfica e ajudar a que o actual treinador e equipa de futebol possam sair do campeonato com dignidade, ou estarão do lado de Jesus, como demonstração final de que tinham razão?

É tudo isto que incomoda no Benfica actual. É verdade que o designado “sistema” não favorece o Benfica e pelo contrário afunda o clube numa doentia e irreprimível perseguição ao ouro, mas há outro sistema que prejudica a hipótese do clube se recuperar. Um sistema que destrói jogadores, treinadores e até directores-desportivos. Um sistema auto-fágico, que se alimenta de indecisões, instabilidade e pânico pelos resultados. Um sistema que apenas vive o Benfica em função de uma estratégia de sobrevivência no poder e não de um desejo construtivo de refundar o clube e as suas fundações mais visíveis.

Este é o problema do Benfica e dos benfiquistas em relação a estes sistemas. Acabar com o segundo para destruir o primeiro. De outro modo, lá está, o Jesus que o Benfica precisa é o da Galileia, não é o do Braga.

José Marinho in Mágico SLB